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Asma e atividade física: pode ou não pode?

Quem nunca vibrou com os golpes do judoca Aurélio Miguel, as braçadas do nadador Fernando Scherer, o foco da triatleta Carla Moreno e o fôlego dos maratonistas Haile Gebrselassie e Paula Radcliffe?



Porém, além de diversos títulos e troféus, você sabe o que eles têm em comum? Asma. No caso de Carla, o esporte começou a fazer parte do cotidiano por conta de orientação médica, fazendo parte do tratamento medicamentoso. Por isso, não é apenas possível conviver com o problema respiratório, como também praticar atividade física inclusive em nível profissional. A asma é uma doença genética crônica que acomete as vias respiratórias. Fumaça de cigarro, ar seco, poluição e poeira são alguns dos fatores que podem desencadear as crises e evoluir o quadro. Essas crises causam redução ou obstrução do fluxo de ar, provocando tosse, falta de ar, chiado no peito e cansaço.



Diferente do que muitos pensam, todos os esportes são recomendados para o asmático, pois o exercício físico fortalece a musculatura do tórax, que promove a expansão dos pulmões e seu melhor aproveitamento, diminuindo a sensação de falta de ar. A única precaução deve ser com relação as piscinas, já que o cloro podem causar em portadores de rinite uma rinossinusite, processo inflamatório da mucosa de revestimento da cavidade nasal e dos seios paranasais. Vale ressaltar que as pessoas com problemas respiratórios devem procurar uma opinião médica antes de iniciar qualquer atividade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) cerca de 300 milhões de pessoas sofrem com a doença no mundo, sendo ela, a principal causa de 250 mil mortes prematuras ao ano, passíveis de prevenção.

 







fonte: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/ciencia-ef/canais-cienciaef/fisiologia/26848-asma-e-atividade-fisica-pode-ou-nao-pode

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